Para refletir

Ando meio sumida. Acho que estou num momento de parar, refletir e tomar novas decisões. Sei lá!

Passeando pelos meus blogs favoritos, Chá de Menta e Carambolas Azuis me deparei com um post perfeito. Ele explica exatamente o que ando pensando (e sentindo).

Cátia, obrigada! Você sempre me tocando com as palavras, ne?😉

Segue um trecho:

Afinal, vale a pena?

há momentos em que penso em desistir de escrever no blogue e de fazer parte de redes sociais. lembro-me de ver ontem uma pessoa querida falar sobre isso no twitter e me reconheci nas palavras dela. fez-me pensar. chega uma altura em que questionamos “afinal, vale a pena?”. sempre defini para mim própria de que valeria a pena enquanto, de alguma forma, escrever e participar em redes sociais for algo enriquecedor. é verdade que, pelo caminho, ficam chatices, decepções, brutalidades e indelicadezas; mas há o outro lado: a gentileza, a doçura e o construtivismo.

para mim, particularmente, há o aspecto de fazer sentido. há alguns anos que tenho blogue e sempre fez sentido. mesmo quando não escrevia. mesmo quando duvidei. mesmo quando quem me lê não entende nada do que estou a dizer (e, muitas vezes, a escrita tem isto de intencional – fazer sentido somente para mim). (…)

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Disse tudo…

E a minha é!!! :))

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O atendimento e o futuro das livrarias

Trouxe pra cá um texto que a querida Fernanda postou no Twitter.

O desenvolvimento da Internet e dos livros eletrônicos há muito me faz pensar sobre o futuro das livrarias. Mais que o “futuro do livro”, o que vai acontecer com esses lugares que frequentamos para folhear livros, ver as novidades e – eventualmente – comprá-los, é o que me preocupa.
Há uns dois anos a ABA – American Booksellers Association – encomendou a uma consultoria um estudo sobre as alternativas para as livrarias independentes enfrentarem esse fenômeno. E a mesma ABA há vários anos havia desenvolvido o BookSense, um sistema de compras on-line que transferia a compra e o atendimento para a livraria que estivesse mais próxima do Zipcode (CEP) de quem fizesse o pedido. O BookSense deu fôlego para as livrarias independentes, mas o crescimento da Amazon e da Barnes & Noble sombreiam permanentemente o futuro das independentes.
O trabalho dos consultores da ABA salientava alguns pontos: serviço; disponibilidade para atender aos pedidos de e-books, e fortalecimento das “redes comunitárias” ao redor das livrarias. Ou, em outras palavras: servir bem e paparicar os clientes habituais da vizinhança. O caso é que esse padrão de comportamento deveria servir para todas as livrarias, tanto as independentes quanto as lojas das cadeias.
No caso dos e-books, a tendência por enquanto predominante é que as editoras continuem vendendo-os através das livrarias, e não em seus próprios sites. Na verdade, a venda de e-books vai cada vez mais se configurando como uma tarefa especializada… tal como vender livros em papel. E as editoras preferem a capilaridade, que perderiam caso vendessem diretamente esses produtos.
Habitualmente compro livros pela Internet, e quando se trata de algum projeto especial que implica em quantidades, recorro a distribuidoras. Mas nas últimas duas semanas, em função do projeto que desenvolvi para o SESC Bom Retiro (exposição sobre as comunidades que habitaram ou habitam o bairro), tive que percorrer várias livrarias à procura de alguns títulos.
Eram todas livrarias da região central de S. Paulo, todas bem estruturadas, com grandes seleções de títulos. Ruim mesmo só a FNAC, cuja seleção e variedade estão muito fracas, e que tem péssimos prazos de entrega de encomendas. Afinal, quem vende aquele mix de produtos prefere dar atenção para a venda de computadores e aparelhos de som, que geram um tíquete alto, em vez de cuidar dos livros… tão baratos.
Mas não vou falar das que tiveram atendimento bom, dentro do padrão do varejo moderno. Quero falar da que, há muito tempo, considero ter o melhor atendimento ao cliente de São Paulo, a Livraria Cultura.
O site da Cultura não oferece descontos espetaculares, nem para os best-sellers (mas oferece, é claro). No entanto tem o melhor serviço de todos os sites, com a maior variedade de títulos para entrega “foguete” – no mesmo dia – que qualquer dos outros pontos de comércio eletrônico.
Mas onde a Cultura se destaca mesmo é no atendimento local ao cliente. Como fui várias vezes lá, observei vários vendedores(as) em ação. Todos com atenção e presteza, embora às vezes atendendo a várias pessoas simultaneamente. […]
Felipe Lindoso, coluna O X da questão.
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Pearl Jam Twenty

Será que sou suspeita pra falar?

Mesmo assim, eu gostei muito. Foi bem coisa de fã, só retratou a trajetória da banda e tals, mas pra mim foi sensacional. O mais legal foi relembrar da minha época, onde e como eu estava quando o Eddie xingou no prêmio da MTV, quando eles entraram em guerra com a Ticketmaster, quando eu vi a reportagem no Jornal Naciona sobre a morte dos fãs na Dinamarca…

E quer saber? Só me fez ficar mais ansiosa pelo show. Vem logo, Eddieeeeeee!!!

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Promo da 8ª temporada de House

Não dá pra ver muito, mas os poucos segundos já dizem muito sobre a temporada.

 

Obrigada, Cássia Pires por me ajudar a postar o vídeo! hehehe

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As cores das flores

Eu vi no Carambolas Azuis e tive que compartilhar. Lindo!

Me acabei de chorar…

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Loja Virtual

 

A dona desta casa e uma amiga abriram uma lojinha virtual, a HN Bolsas e Acessórios. Lá você encontra bolsas lindas, de qualidade, por um ótimo preço. Apareça!

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